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Rebranding: Como e quando utilizar esta estratégia de Marketing

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9 de junho de 2018

Recentemente falamos sobre a importância de se desenvolver uma identidade visual ( veja aqui )  para que sua empresa seja reconhecida e lembrada pelas pessoas. Hoje falaremos sobre algo que parece contradizer essa ideia (mas só parece), vamos falar sobre rebranding!

Algumas marcas são tão fortes, que até mesmo detalhes de sua identidade já são suficientes para que as pessoas as reconheçam. Esta força é resultado não só da qualidade de seus produtos e de anos de participação no mercado, mas também de um estudo detalhado no processo de criação de todo esse conjunto que tem como função representa-la. Cada detalhe deve ter um significado, e é importante que essa mensagem seja passada ao consumidor.

No entanto, o mercado está constantemente passando por mudanças, da mesma forma que as opiniões e comportamentos dos consumidores, gerando uma necessidade de se atualizar e adotar novas estratégias, a fim de se manter competitivo e não ser deixado para trás pela concorrência.

Em algum momento da sua vida você já deve ter reparado que marcas famosas e de grande presença no mercado mudaram seu logotipo, seu design, sua denominação, ou qualquer outro elemento que antes compunha sua identidade visual. Apesar dessas mudanças, você sempre consegue reconhecer de qual marca se trata assim que bate o olho. É assim que o rebranding funciona. Alguns elementos são alterados, mas não de forma radical. É importante que a marca ainda possa ser reconhecida, e para isso, os elementos mais fortes devem se manter presentes, ainda que modificados.

Esta estratégia de marketing é utilizada quando se deseja alterar o posicionamento de uma empresa, deixando-o mais claro e objetivo. Para isso, pode-se mudar seu foco, linguagem, logotipo e até mesmo seu nome, atualizando a mensagem que se deseja comunicar, seja para seguir alguma tendência do mercado, para evidenciar uma fusão entre empresas, ou simplesmente para dar uma cara nova, mais moderna e coerente com o momento da organização.

A simplificação é uma tendência que já vem sendo empregada há algum tempo, e ajuda com que a marca seja facilmente reconhecida em qualquer lugar. Pode ocorrer para atender a demandas relativas à leitura, padrões estéticos e até mesmo para se adaptar aos valores da empresa. Para que essa ideia fique mais clara, vamos ver alguns exemplos a seguir.

A evolução das marcas ao longo do tempo

Para começar vamos citar a Coca-Cola, com suas latas em outros idiomas que, até mesmo quando são escritas com caracteres bastante diferentes para nós, ainda conseguimos reconhecer facilmente do que se trata. Isso ocorre devido a todos os outros elementos que compõe sua identidade visual, dos quais já falamos anteriormente ( veja aqui ). E não é só isso, a própria garrafa da Coca-Cola passou por diversas modificações até chegar ao modelo que conhecemos hoje.

 

A Shell é um exemplo clássico que, mesmo com mudanças, ainda se mantém bastante fiel à ideia inicial. Criado em 1900, o primeiro modelo de seu logo era a representação realista de uma concha. Com o passar dos anos foi se modificando e ficando cada vez mais simples, mas ainda continua fiel ao conceito inicial.

 

Outra empresa centenária que teve várias alterações em sua identidade visual ao longo dos anos foi a Pepsi. Seu logotipo foi sendo simplificado, até chegar ao modelo atual. Até mesmo seu nome mudou com o tempo. Inicialmente foi chamada de “Brad’s Drink” pelo seu criador, que a fabricava em sua própria casa, depois mudou para Pepsi-Cola e hoje em dia é conhecida simplesmente como Pepsi.

 

O primeiro logo da Apple foi uma ilustração bastante rebuscada de Isaac Newton, sentado embaixo de uma árvore, com uma maçã prestes a cair sobre sua cabeça. Depois foi substituído pela maçã colorida que — deixando de lado as teorias da conspiração — tinha como objetivo representar os computadores a cores, uma grande inovação trazida pela Apple na época. Passou por outras mudanças até chegar ao modelo atual, bastante simples quando comparado ao primeiro.

 

 

Outro exemplo de marca que atende a esses padrões atuais de simplicidade é a Nike. Seu logo remete ao sinal gráfico comunmente utilizado para marcar algo como certo ou feito. Apesar de sua simplicidade, cumpre seu papel muitíssimo bem, passando a ideia de velocidade, ação, o que é extremamente coerente se tratando de uma marca de esporte. Além disso, o próprio nome da marca faz referência à deusa grega da vitória.

 

 

Citamos apenas alguns casos, mas como você pode perceber, exemplos de marcas que passaram por rebrandings não faltam.

É importante estar atento às mudanças no comportamento dos consumidores e às tendências de mercado, a fim de perceber quando é necessário aplicar uma técnica como esta, bem como o momento certo de fazê-lo.

Mas e você? Já aplicou essa técnica alguma vez na sua empresa? Já conhecia o conceito ou este é o primeiro contato que está tendo com o assunto? Compartilhe conosco suas experiências!

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